A PERSEGUIÇÃO HOJE CONTRA CRISTÃOS PELOS MUÇULMANOS : A TRISTE REALIDADE DE CRUELDADES E ASSASSINATOS CONTRA OS CRISTÃOS

Perseguição hoje: Novo assassinato de cristãos na Nigéria

Extremistas muçulmanos matam 16 cristãos que liam a Bíblia
ROMA, 07 Ago. 12 (ACI) .- Uma nova ofensiva de extremistas muçulmanos contra cristãos volta a tingir de sangue uma igreja na Nigéria, onde ao menos 16 pessoas foram assassinadas enquanto liam a Bíblia na localidade de Otite, no estado federal de Kogi, na região central do país.
Uma dezena de homens armados, a bordo de uma caminhonete irromperam na Igreja Deeper Life Bible na tarde de 6 de agosto. Deixaram o edifício às escuras e blindaram a saída para disparar contra os cristãos que nesse momento estavam na metade da leitura do Evangelho, uma atividade que desenvolviam todas as segundas-feiras.
Às portas da igreja, os assaltantes se organizaram em barricada para evitar que os cristãos fugissem.
Conforme informou Agi Yushau Shuaib, porta-voz da Agência Nacional para a Gestão das Emergências (SELO por suas siglas em inglês), um grande número de cristão foram feridos entre os viandantes e estudantes de uma escola próxima, que por duração de vinte minutos, viram-se surpreendidos pelos disparos.
O jornal italiano Avvenire assinala que, embora nenhum grupo assumiu a autoria do crime, atrás do atentado estaria o grupo fundamentalista islâmico Boko Haram, relacionado com o Al Qaeda, e causador da morte de pelo menos 800 pessoas este ano, entre elas 150 cristãos.
Por sua parte, o chefe de estado nigeriano, o cristão Goodluck Jonathan, condenou os fatos e rechaçou firmemente a petição do líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, que através de um vídeo publicado no Youtube, exigiu do mandatário abandonar o poder, arrepender-se, e renunciar ao cristianismo.
O porta-voz do governador, Ruben Abati, explicou que “Jonathan é líder de muçulmanos e cristãos”, e certamente, um indivíduo ou grupo de pessoas não o obrigará a demitir.
O último episódio de violência reivindicado pelo Boko Haram, remonta-se ao domingo passado, no qual oito pessoas –seis soldados e dois civis–, morreram quando um carro bomba colidiu contra uma patrulha de militares em Damaturu, capital do estado de Yobe, ao norte do país.
Neste mesmo dia, no extremo nordeste do país, em Maiduguri, capital do estado de Borno, outros dois homens assassinados, um comando armado matou um policial e um oficial empregado de imigração.

Perseguição hoje: por quanto tempo ainda o mundo continuará a ignorar os massacres de cristãos na Nigéria?

Nigéria: 90 mortos em novo massacre de cristãos

Assassinado também um senador cristão

ROMA, segunda-feira, 9 de julho de 2012 (ZENIT.org) – A violência não para na Nigéria. Desta vez, no estado de Plateau, foram encontrados cinquenta cadáveres queimados em uma igreja. Durante os funerais das vítimas, acabou sendo assassinado também um político cristão.
Homens armados atacaram neste fim de semana diversos povoados cristãos perto da cidade de Jos. De acordo com informações da agência Nova China, as vítimas são pelo menos noventa. A agência informa ainda que os cinquenta cadáveres carbonizados foram achados em uma igreja da aldeia de Matsai, e que durante a tarde de sábado, enquanto a cidade de Jos realizava o funeral conjunto das vítimas, um grupo armado abriu fogo matando vinte pessoas.
A BBC acrescenta que, no mesmo sábado, houve diversos ataques de grupos armados contra várias aldeias cristãs. A imprensa local cita as aldeias de Kakuruk, Kuzen, Ngyo, Kogoduk, Ruk, Dogo, Kufang, Kpapkpiduk e Kai.
O jornal Herald Tribune, citando o porta-voz do governador do estado, divulgou que entre os mortos estão o senador do estado de Plateau, Gyang Dantong, e o líder da maioria parlamentar do estado, Gyang Fulani.
As autoridades acusam os pastores da tribo fulani, de religião muçulmana. Os representantes da comunidade, porém, citados pela imprensa local, negam a acusação e afirmam que foram os militares nigerianos que atacaram os membros da tribo.
Jonah Jang, governador do estado de Plateau, decretou toque de recolher noturno em quatro regiões. O presidente da Nigéria, David Mark, definiu o ataque como assassinato, afirmando: “Como nação, nós temos que nos levantar contra aqueles que querem nos fazer voltar ao estado selvagem, no qual a vida não tinha valor”.

Perseguição hoje: Como a mídia encobre a perseguição aos cristãos pelos muçulmanos

ESCRITO POR RAYMOND IBRAHIM | 05 JULHO 2012 
MEDIA WATCH 
Quando se trata da perseguição dos cristãos pelos muçulmanos, os principais meios de comunicação apresentam um longo histórico de obscurecimento da realidade. Embora possam finalmente apresentar os dados reais – se é que chegam a relatar a história, o que é raro – eles o fazem após criarem e sustentarem uma aura de relativismo moral que minimiza o papel desempenhado pelos muçulmanos.
Falsa equivalência moral
Uma das maneiras mais óbvias é evocar a “disputa sectária” entre muçulmanos e cristãos, frase que apresenta a imagem de dois adversários igualmente competitivos – e igualmente abusados e abusivos – lutando um contra o outro. Isso dificilmente corresponde à realidade das maiorias muçulmanas perseguindo os cristãos passivos amplamente minoritários.
Recentemente, por exemplo, no contexto do bem documentado sofrimento dos cristãos no Egito, um repórter da NPR declarou: “No Egito, tensões crescentes entre muçulmanos e cristãos têm levado a casos de violência esporádica [iniciados por quem?]. Muitos egípcios atribuem as disputas inter-religiosas a vândalos [quem?], que se aproveitam da ausência ou da fraqueza das forças de segurança. Outros crêem que os atos de violência são devidos a uma desconfiança profundamente sedimentada entre os muçulmanos e a comunidade minoritária cristã [como foi que essa “desconfiança” teve origem?]”. Embora a reportagem tenha dado ênfase aos casos nos quais os cristãos foram vitimizados, todo o seu tom – já a partir do título: “No Egito, Aumenta a Tensão entre Cristãos e Muçulmanos” – sugere que também poderiam facilmente ser encontrados exemplos de muçulmanos vitimizados por cristãos [o que não é verdade].

Perseguição hoje: Perseguição e assassinato na Síria

Assassinam a um cristão na Síria e confirmam ultimato de muçulmanos contra essa minoria
ROMA, 13 Jun. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- O cristão Maurice Bitar foi assassinado por um franco-atirador ao sair da sua casa no Qusayr, perto da cidade do Homs (Síria), onde a população cristã se viu obrigada a fugir depois do ultimato de uma facção armada de muçulmanos das forças opositoras.
Conforme informou a agência vaticana Fides, a coordenação do exército de libertação sírio do Qusayr se diz “transtornado pela notícia” do ultimato e o rechaça, afirmando que “não é responsável e não o compartilha de maneira nenhuma”.
Entretanto, dois sacerdotes católicos que recentemente fugiram do Qusayr confirmaram ter ouvido sobre o ultimato anunciado e ter abandonado a cidade “junto com muitas famílias de refugiados”.
“A situação nesta zona é insustentável e está exposta à anarquia total, os cristãos se enfrentam a uma dura realidade: ou unir-se à oposição, envolvendo seus jovens, ou ser vítimas de perseguições, discriminações e violência”, assinalou uma fonte da agência Fides.
Do mesmo modo, indicou-se que numerosos observadores na Síria e no exterior confirmaram que as forças opositoras estão encaminhando-se para uma ideologia sunita extremista. “Os bandos e grupos militares que operam de forma independente, fora da coordenação do Exército de Libertação da Síria, são numerosos”.
Finalmente, informou-se que depois do ultimato alguns cristãos optaram por permanecer no Qusayr, expondo-se a riscos consideráveis.

Perseguição hoje – Nigéria: doze mortos em atentado muçulmano contra igreja

Muçulmanos explodem bomba para fora de igreja católica na Nigéria
ROMA, 13 Mar. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Um grupo de doze de pessoas morreram e outras 26 resultaram feridas em um atentado realizado na manhã deste domingo, 11, com um carro bomba contra o templo católico de Saint Finbarr, nos subúrbios de Jos (Nigéria). O ato foi atribuído a extremistas islâmicos no país.
Embora nenhum grupo ainda tenha assumido a autoria do atentado até o momento, suspeita-se da seita Boko Haram, que pretende converter ao islã o país inteiro.
Em entrevista com a agência vaticana Fides, o Arcebispo do Jos, Dom Ignatius Ayau Kaigama expressou: “Suspeitamos que sejam membros da Boko Haram, mas ninguém no momento pode dizer se os criminosos que cometeram o atentado de domingo são pessoas do local ou provenientes de outros lugares”. 
Dom Kaigama questionou o propósito de quem ataca as Igrejas:  “Pergunto-me qual é o objetivo que essa gente pretende atingir, atacando igrejas. Lembro-me que há duas semanas apenas, sempre em Jos, foi atingida com uma modalidade parecida uma igreja protestante”.
Os escoteiros impediram que o ataque suicida tivesse conseqüências ainda mais graves. “Ontem de manhã, os escoteiros estavam na porta da paróquia quando chegou um carro-bomba com o terrorista suicida a bordo. Eles o pararam e começaram a fazer-lhe algumas perguntas.

Perseguição hoje: 24 cristãos coptas assassinados no Egito

[Obs: Segundo a ACI Digital, o massacre resultou em 35 mortos e 274 feridos]
Demorou, mas os bananas de pijama se manifestaram contra o massacre de 24 cristãos por forças de segurança do Egito, ainda que o tenham feito de um modo acovardado, pusilânime. Barack Obama, a mão invisível – e pouco me importa se voluntária ou não – que dá suporte ao extremismo islâmico que ganha terreno no Oriente Médio (incluindo o Norte da África), mandou seu porta-voz dizer algumas palavras regulamentares. Segundo Jay Carney, “o presidente está profundamente preocupado com a violência no Egito que levou à perda de vidas de manifestantes e de forças de segurança”. Mais: “Chegou a hora de todas as partes darem mostras de moderação para que os egípcios possam avançar juntos na elaboração de um Egito forte e unido”. Não me diga!
Chanceleres de governos europeus (Reino Unido, Espanha e Portugal) também expressaram a sua preocupação. Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, que não chega a ser notável nem como o idiota rematado que é, também mobilizou seu porta-voz, Martin Nesirky: “O secretário-geral está profundamente triste pela perda de vidas no Cairo na noite passada. Ele convoca todos os egípcios a permanecer unidos e a preservar o espírito das mudanças históricas do início de 2011″.
Cristãos durante ato de protesto, ontem, no Cairo, contra a morte de 25 pessoas (Amr Nabil/Associated Press )
Não houve um só banana, desse enorme cacho, com coragem moral para levantar a própria voz e condenar pessoalmente o massacre, como se fazia contra Muamar Kadafi e se faz hoje contra Bashar Al Assad, um tarado sanguinário, sim, mas que enfrenta uma guerra civil, a exemplo do  tarado sanguinário já deposto, o de Trípoli. A questão é saber por que os tarados sanguinários do Egito merecem tratamento especial.
A verdade, já escrevi aqui, é que cadáveres cristãos rendem poucas perorações humanistas, embora seja o cristianismo a religião mais perseguida do mundo – a rigor, é a única cassada e caçada em vários cantos do planeta. Um cadáver cristão jamais atingirá a altitude moral de um cadáver palestino, por exemplo, porque lhe faltam as carpideiras da ideologia e do vitimismo profissional. Os cristãos não aprenderam, por exemplo, a divulgar mundo afora fotos de crianças perseguidos por seus algozes, um dos elementos obrigatórios da iconografia e do “martiriologia” palestinas. E, com isso, não estou negando que sofram. É que estou abordando aqui um aspecto da formação da opinião pública. Israelenses também são ruins nesse negócio de marketing do vitimismo. Cristãos e judeus parecem ficar bem só no papel de culpados, não é mesmo?
A cobertura que a imprensa tem dispensado ao massacre dos cristãos não é menos asquerosa. Mundo afora se fala em “violência sectária”. Como? “Violência sectária” de quem exatamente? Desde o início da chamada “revolução egípcia”, templos e casas dos cristãos têm sido incendiados, como se tem denunciado neste blog. Milícias muçulmanas os têm expulsado de suas aldeias. Trata-se de uma ação organizada, sistemática. Mas Obama manda dizer que todos devem dar provas de “moderação”. Vai ver, consoante com o símbolo que carregam e que se vê aí no alto, a moderação dos cristãos consiste na humilhação silenciosa. Sempre que alguém pede moderação à vítima, sinto no ar o cheiro da canalhice moral.
Está em curso no Egito uma “limpeza” religiosa, conduzida pela Irmandade Muçulmana, cuja “vocação democrática e pluralista” foi descoberta só por intelectuais ocidentais. E é o que vai acontecer na Síria se Assad, o carniceiro, cair. Escolha o seu carniceiro quem quiser. Eu escolho o signo que abre este post porque escolho a civilização. Não flerto com a barbárie moderada. Deixo isso para Obama e os demais bananas de pijama.
Os cristãos do mundo inteiro têm de se organizar para defender seus irmãos de fé. Até porque o cristianismo não tenta se impor como religião única em nenhum lugar do mundo. Assim, a defesa do cristianismo é uma das formas que assume a defesa da liberdade.
Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, Igreja, Teologia, Filosofi

Perseguição hoje: Ameaças e prisões no Irã

ROMA, 04 Out. 11 (ACI) .- A ONG Christian Solidarity Worldwide informou à agência Fides que onze cristãos fugiram do Irã porque um grupo denominado “os soldados desconhecidos do Imam Oculto” enviaram correios eletrônicos afirmando que se estes não se arrependerem “serão eliminados sem piedade”.
Conforme informou Fides esta segunda-feira, os “soldados desconhecidos” são acusados de ter vínculos com a inteligência secreta iraniana. De acordo com uma fonte cristã, “a ameaça deve ser levada muito a sério”.
Do mesmo modo, denunciou que nos últimos onze meses 137 cristãos sofreram prisões injustificadas e perto de 40 estiveram detidos por várias semanas.
Um destes casos é o do pastor evangélico Yousef Nadarkhani, condenado à morte por uma acusação de apostasia. Seu caso deve ser visto pelo tribunal de Rashat e segundo fontes cristãs seu destino está em mãos de um líder religioso local, o aiatolá Ghorbani, por isso se teme que possam atribuir-lhes delitos falsos para justificar a pena capital.
Ante isto, a ONG pediu aos países que acolhem refugiados iranianos, assegurar o amparo adequado. Indicou que por exemplo, na Austrália, “os solicitantes de asilo cristãos iranianos foram etiquetados como ‘problemáticos’ pelos funcionários de imigração, que negam o visto de entrada”.
Fonte: Zenit
Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, Teologia, Filosofia, Igrej

Perseguição hoje: Dois cristãos são assassinados em Kirkuk, Iraque

Uma comunidade vítima do fundamentalismo islâmico e de disputas locais
KIRKUK, segunda-feira, 3 de outubro de 2011 (ZENIT.org) – Dois membros da comunidade cristã de Kirkuk, no norte do Iraque, foram assassinados a tiros neste final de semana.
O católico Bassam Isho morreu nas mãos de um grupo armado neste domingo, no bairro de Muthana, enquanto, no sábado, foi encontrado, em uma estrada de Bagdá, o corpo de Emmanuele Hanna Polos, segundo informou a agência AsiaNews.
Bassam Isho, de 30 anos de idade, trabalhava em um restaurante do bairro de Muthana. Seus restos mortais repousarão em Telkef.
Emmanuele Hanna Polos havia nascido em 1951. Seu corpo jazia na beira da estrada que liga Kirkuk à capital iraquiana.
Estes homicídios se unem a uma longa história de sangue e violência. No último dia 15 de agosto, explodiram várias bombas contra a igreja sírio-ortodoxa de Santo Efrém, em Kirkuk, perto da catedral caldeia, no centro da cidade.
No dia 2 de agosto, um carro-bomba explodiu na frente da igreja sírio-católica da Sagrada Família, ferindo 15 pessoas.
Nesse mesmo dia, outra bomba, colocada em um carro estacionado junto a uma igreja presbiteriana, pôde ser desativada antes de explodir.
Os cristãos sofrem a violência do fundamentalismo islâmico e de disputas locais nessa cidade iraquiana de 900 mil habitantes.
Kirkuk, com suas enormes jazidas de petróleo, as mais importantes do Iraque, sofre um conflito étnico-político entre árabes, turcomanos e curdos.
Os curdos a queriam anexa à região do Curdistão, enquanto os árabes e os turcomanos apoiam o vínculo com o governo central iraquiano.
Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, Igreja, Teologia, Filosofi

Perseguição hoje: igrejas fechadas e demolidas na Indonésia

Indonésia: Grande número de igrejas são fechadas ou demolidas
ROMA, 03 Out. 11 (ACI/EWTN Noticias) .- O Foro dos Cristãos de Jacarta (Jakarta Christian Communication Fórum) informou que só no ano 2010 na Indonésia foram fechadas 47 igrejas, enquanto que nos 4 primeiros meses de 2011 já são nove os lugares de culto fechados ou demolidos.
Segundo a agência vaticana Fides estas igrejas são consideradas “ilegais” ou “não autorizadas”, por isso as autoridades civis de Java e outras províncias da Indonésia, exigem o fechamento e a suspensão de todas as atividades de culto.
O Foro de Cristãos em Jacarta informou que esta prática só é realizada nos templos cristãos e não outros lugares de culto, por isso a consideraram uma prática discriminatória e uma pressão aos cristãos. As autoridades locais justificam sua ação dizendo que as igrejas são casas utilizadas como lugares de culto, sem uma licença ou sem o número mínimo de 60 fiéis.
Entretanto o Foro explicou que a decisão se deve às pressões e protestos de grupos muçulmanos radicais.
Diante desta situação assinalaram que é necessário “estar preparados para superar os obstáculos; conhecer as regras e responder com ações legais; reunir-se com as autoridades civis; estar presente no mundo dos meios de comunicação; estabelecer um diálogo frutífero com os líderes muçulmanos locais, fomentar o entendimento mútuo; socializar-se com a população local mediante o início de atividades positivas”.
“Os cristãos na Indonésia querem ser uma bênção para a sociedade e a nação”, concluíram.
Fonte: ACI Digital
Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, Igreja, Teologia, Filosof

Perseguição hoje: jovem católico morto no Cairo

O jovem católico Abanob Karam foi morto com um tiro no Cairo durante distúrbios anticristãos atiçados por extremistas islâmicos. “Quando chegou em casa, percebeu que havia problemas na igreja vizinha, de São Minas; deixou sua mochila e saiu para defender sua igreja” – narrou o Pe. Renzo Leonarduzzi. As atuais revoluções do Norte da África empregaram termos como “democracia” e “liberdade”. Contudo, por trás dos movimentos “populares” atuam fundamentalistas da conhecida “Fraternidade Muçulmana”, que progridem mais rápida e eficazmente pela falaciosa ostentação de aparência democrática, do que se o fizessem através da posição extremada do islamismo.
Fonte: revista Catolicismo – Junho 2011
Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, Igreja

Perseguição hoje: Iraque – Violência generalizada contra cristãos

Iraque: desânimo dos cristãos com a violência
Já não acreditam em um futuro para o seu país
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ROMA, terça-feira, 14 de junho de 2011 (ZENIT.org) – O assassinato de um cristão ortodoxo, pai de 4 filhos, ocorrido em 31 de maio em Mossul, aumentou a sensação de pessimismo entre os cristãos sobre a perspectiva de um futuro de paz no Iraque.
O arcebispo caldeu Bashar Warda, de Erbil, no norte curdo do país, compartilhou suas impressões em uma entrevista concedida à associação caritativa católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), que assiste os cristãos perseguidos.
O prelado contou que o assassinato ocorrido levou alguns de seus fiéis a acharem que já “não há futuro” para seu país de origem e que, no entanto, é perigoso ir embora para outros países vizinhos, devido ao conflito político em que vivem.
Arakan Yacob foi a última vítima de uma série de ataques contra os cristãos no Iraque. Já havia sido objeto de tentativas de sequestro e, na terceira delas, os delinquentes alcançaram seu objetivo, tomando-o como refém. Três semanas antes, outro jovem cristão, de 29 anos de idade, Ashur Yacob Issa, foi raptado e assassinado, depois de sua família não poder pagar o resgate de mais de 100 mil dólares exigido pelos sequestradores.
Dom Warda contou que, desde 2002, mais de 570 cristãos foram assassinados em episódios de violência religiosa ou política. Entre 2006 e 2010, 17 sacerdotes iraquianos e 2 bispos foram sequestrados, espancados e torturados. Destes, um bispo, 4 sacerdotes e 3 subdiáconos foram assassinados.
Ainda que muitos queiram emigrar, os países que limitam com o Iraque – Síria e Turquia – estão vivendo situações de insegurança e de crise. “Também a situação na vizinha Turquia não é muito boa – disse o arcebispo – e, com o que está acontecendo na Síria, qualquer família que pensa em emigrar tem um leque de possibilidades muito limitado.”
Tanto a Turquia quanto a Síria já absorveram milhares de refugiados cristãos desde 2003, quando a queda do regime de Sadam Hussein viveu uma onda de violência religiosa.
O arcebispo afirmou que a morte de Yacob provocou uma profunda sensação de pessimismo entre os fiéis, mas se nega a desanimar-se. “A mensagem de esperança está sempre presente, a vida deve seguir”, declarou.
O prelado transmitiu muitas vezes a mensagem do sofrimento do seu povo ao mundo inteiro. Recentemente, foi ao Reino Unido e à Irlanda para apresentar o informe de AIS sobre os cristãos perseguidos. Naquela ocasião, afirmou que, com base nas estatísticas, desde a década de 80, os cristãos no Iraque passaram de 1,4 milhão a 150 mil.
AIS apoia a posição de Dom Warda a favor dos cristãos iraquianos, oferecendo ajuda de emergência aos refugiados no Iraque, Jordânia e Turquia, alimento para os deslocados cristãos no norte iraquiano e subvenções para sacerdotes pobres e perseguidos, religiosas e seminaristas.
Fonte:https://sumateologica.wordpress.com/2011/06/15/perseguicao-hoje-iraque-violencia-generalizada-contra-cristaos/#more-2671